quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Mais um...

Vasculhando meu face me deparei com a triste realidade.... minha triste realidade.
Sou romântica por natureza (nem sei pra que), gosto de carinho, pegar na mão, que acariciem meus cabelos enquanto me olham nos olhos... "olhar", amo o olhar... que me olhem nos olhos fixamente, mesmo que morra de vergonha e acabe desviando; também daqueles olhares que diz: - cale a boca e me beija logo, olhares que falam sem dizer palavras que me ama, que me deseja e que almeja me fazer feliz; gosto ainda de assistir filme juntinho, brincar (pq amo pessoas divertidas, mas que sabem a hora de falar sério), ficar abraçada, beijar, dar bitoquinhas, cheirar cangote...gosto até daquelas briguinhas bobas de casal e que sempre acabam em cocegas e boas risadas; gosto de cantar junto, mesmo que suuuper desafinado; gosto e porque não dizer "amo" receber mensagem com emoticons soltando beijinho e coração (idiotinha isso, né?); gosto de chamar e que me chamem de "amor" ou até mesmo aqueles apelídios bobos que criamos quando estamos embriagados pelo amor; enfim, coisas normais de casal apaixonado, coisas normais de uma pessoa com pouco mais de 30 anos e que acaba de se deparar com a triste realidade de que nunca em sua vida ela viveu isso... trágico, né?? logo para uma pessoa q faz uso do coração para imaginar coisinhas lindas e maravilhosas de serem vividas ao invés de simplesmente usar para bobear o sangue..... bendito coração que se apaixona sempre pela pessoa errada... bendita mente que não faz uso da razão nas horas certas e se deixa levar por olhares, por carinhos, palavras que parecem tão verdadeiras, por bons momentos de beijos e abraços... tudo parecia tão mútuo...

Enfim... a triste realidade que não tenho ninguém para chamar de meu amor aos trinta e um anos de idade e muito menos para tirar aquela foto abraçada e postar no facebook assim
ou tetando me desviar a atenção em hora de trabalho...
um apelo:



P.S.: se vc tem alguem para tudo isso , PARABÉNS!! pode se considerar um dos felizardos desse mundo...

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Não é o fim Por: Giovana Schluter, filha de Karine e Cezar



A separação pode ser o início de uma vida mais feliz. Com isso em mente, fica mais fácil livrar-se da culpa

AMEI ESSE TEXTO E POR ISSO RESOLVI COMPARTILHAR...
http://www.paisefilhos.com.br/culpa-nao/nao-e-o-fim


   Em um jardim de gramado verdinho, um casal – com dois filhos lindos e um cachorro brincalhão, claro – toma café da manhã em um domingo ensolarado. Por mais gasta que essa imagem possa parecer aos olhos dos nossos tempos, quando nos casamos e decidimos compor família a ideia que nos passa pela cabeça em geral não é tão distante dessa. Mas casamentos às vezes acabam. E, muitas vezes, acabam antes de terminar. Pois é, parece incoerente, mas, se as brigas passaram dos limites ou a indiferença tomou conta da casa, acabou. Mesmo sem ter terminado oficialmente.

   Para nós, pais, a separação geralmente causa culpa. Tudo passa pela cabeça, inclusive que estamos desmanchando a família e os planos feitos lá atrás. Mas adiá-la pode ser pior. Sim: o sofrimento da criança pela perda da família é grande, mas ela sofre também ao testemunhar ou intuir os atritos entre os pais. “Em geral, os casais pensam que a separação vai produzir uma perda, e vão levando um casamento em condições muito difíceis. O que eles não percebem é que nesse momento uma outra perda já está acontecendo, que é a do desmantelamento conjugal”, diz a psicanalista Ana Laura Giongo, mãe de Anita e Marina.

   Quando decidiu se separar, há cinco anos, Simone Boletta não tinha mais um casamento. Moravam na mesma casa, no bairro paulistano da Mooca, ela, a filha Juliana e o ex-marido. Simone, no entanto, dormia no quarto da filha. “A gente só dividia a casa e as contas, mas éramos dois estranhos”, conta. “A Juliana não era muito de falar, mas a gente sabe que filho sofre com esse tipo de coisa.” Entre o casamento acabar e terminar de fato, se passou quase um ano, em que nenhum dos dois conseguia seguir em frente. Até que chegou o momento do basta. Antes de mais nada, Simone falou com Juliana. “Acho que o fato de a conversa ter sido sempre muito aberta contribuiu para que ela passasse por esse processo de uma forma relativamente tranquila.”

Efeitos colaterais
Durante o processo do divórcio, é importante deixar claro para a criança que a decisão não diz respeito ao amor que pai e mãe sentem pelo filho. “Sempre é importante reforçar que o pai continua sendo o pai, e a mãe continua sendo a mãe, e nenhum tipo de rejeição está acontecendo em relação à criança”, diz a psicóloga especializada em educação infantil e terapia de família Andrea Bellingal, mãe de Hannah e John Lucas.

   Nessa hora, aliás, é fundamental que pai e mãe não se deixem cair em armadilhas, na ânsia de tentar compensar a criança pela perda da família. “É frequente que, por culpa da separação, os pais deixem de exercer suas funções de pai e mãe – não impõem limites, toleram maus comportamentos, tentam apagar os sofrimentos dando presentes e brinquedos ”, explica Ana Laura.

   O desacordo entre os pais a respeito de aspectos básicos na vida e na rotina dos filhos também pode trazer consequências ruins. Segundo Ana Laura, não é incomum que essas crianças aprendam a manipular regras. “Na infância pode ser que isso não seja especialmente problemático, mas, ao chegar na idade adulta, pode ser que a pessoa não tenha aprendido a lidar com limites onde não há escolha a não ser respeitá-los.” O resultado, por exemplo, é um adulto que repete padrões de desistência – empolga-se facilmente com novos projetos, mas desiste deles com a mesma facilidade.

   Por isso, quaisquer que sejam as desavenças entre você e seu ex-parceiro, entre pai e mãe, guardá-las entre vocês dois é o melhor. “A separação é um jogo entre os adultos”, ressalta Andrea. “O maior erro que os pais podem cometer é usar a criança para atingir um ao outro – ela deve ficar fora do conflito”, diz.

Tudo nas costas de um
Às vezes acontece de um dos dois – frequentemente a mãe – se sentir carregando o piano. É aquela sensação de estar sobrecarregada: arruma para a escola, dá almoço e jantar, manda fazer lição de casa, manda para o banho, dá bronca quando precisa… Aí, quando chega o final de semana do outro, é só alegria: passear no parque, levar ao cinema, jogar videogame. A mãe ou o pai que lida com o dia a dia sem a ajuda do outro pode se sentir injustiçado. Reverter essa situação requer uma mudança de postura e, às vezes, de perspectiva.

   “A dinâmica com o filho após a separação em geral reproduz a relação que havia até então. Muitas vezes uma pessoa se separa da outra por se incomodar com a postura em relação ao filho e espera que, após o divórcio, essa postura mude”, comenta Ana Laura. Segundo ela, pais que dividem tarefas antes da separação, em geral, continuam assim depois que ela acontece. Mas a psicanalista alerta: “Forçar a barra de alguém que não está disponível pode ser muito ruim para a criança, gera um sentimento de rejeição”. Ana Laura pondera que há pais que não têm muito mais do que o final de semana para dar – e isso não quer dizer que eles não possam estabelecer uma relação significativa com a criança. “O pai pode ser desligado do dia a dia, mas, quando leva a criança para seu universo, fornece referências simbólicas importantes”, diz.

Redescobrimentos
No final de um casamento, quando o afeto está desgastado e o amor já acabou, é bastante comum que a autoestima dos dois esteja em estado de calamidade. A escritora Sofia Fada, mãe de João, conta que, entre saber que precisava terminar o casamento e se separar de fato, transcorreu-se um ano inteiro. “O casamento foi conturbado, eu acabei me afastando um pouco das minhas amigas, e fiquei mal comigo mesma. Aquele foi um ano de retomada de autoestima”, diz. Algum tempo depois de terminado o casamento, Sofia conheceu seu atual marido, de quem ela agora espera o segundo filho – muito aguardado por João, que hoje tem 12 anos.

Segundo Ana Laura, essas novas configurações, mais felizes e gratificantes do que as anteriores, têm efeitos muito positivos para os filhos. Primeiro porque, quando os pais estão mutuamente envolvidos, e não apenas com a criança, ela deixa de ocupar a posição de “reizinho”, percebe que não é o centro único da vida deles. Além disso, a maneira como o companheiro percebe e se comporta em relação ao pai ou à mãe da criança afeta a forma como ela os percebe. “Quando os casais se reconstituem e o pai, por exemplo, encontra outra pessoa que se apaixone por ele, a criança vê que ele não é só aquilo que a mãe via”, diz.

Arthur Siqueira Jorge Neto passou por uma separação bastante traumática. A mãe de sua filha, Ana Beatriz, hoje com 10 anos, chegou a impedir que o pai a visse enquanto corria o processo da separação, durante quarenta dias, quando a menina tinha apenas 1 ano. Em desespero, ele chegou a cogitar pedir uma ordem judicial para buscar a menina na casa da mãe, mas, aconselhado por uma amiga psicóloga, desistiu da ideia pelos possíveis traumas que a ocasião poderia deixar na menina. Depois de nove anos e de muitas sessões de terapia, Arthur está agora em um casamento feliz – coisa que acredita tê-lo ajudado a manter uma relação saudável com a filha. “É muito legal, porque elas são amigas, e a Ana chega a trocar confidências com a Mariana”, relata. “Minha filha é muito família, e torço muito, sem demagogia, para que a mãe dela encontre alguém e seja feliz, porque a melhor situação é aquela em que todo mundo está feliz.”

Separação e felicidade não são conceitos antagônicos. Mas é a longo prazo que eles se tornarão harmônicos. Inclusive para as crianças.

O QUE É ALIENAÇÃO PARENTAL?
A lei federal 12.318/2010 assegura à criança ou adolescente e ao pai ou mãe a garantia do direito às visitas, a não ser nos casos em que há risco para a integridade física ou psicológica do filho, o que deve ser constatado por um profissional designado pelo juiz. A alienação parental acontece quando quem ficou com a guarda desqualifica sistematicamente o outro diante da criança, dificulta que exerça o papel de pai ou mãe, omite de propósito informações importantes sobre a vida da criança, muda-se para um lugar distante para dificultar a convivência ou ainda faz acusações falsas ao ex ou a sua família, para tentar manter o filho longe. Caso isso aconteça, quem estiver sendo lesado pode entrar com uma ação.


Registrando...

    

Há tempos que não posto nada, tanta coisa acontecendo e o tempo que não perdoa nada.... ando envelhecendo e minha vida estar de pernas para o ar. 

Não estou conseguindo organizar meu tempo quanto mais minhas tarefas e minhas responsabilidades. Parece que os problemas se multiplicaram a todo momento, não consigo escrever direito mais, não consigo mais criar, não consigo resolver direito minhas coisas, não consigo nem mais pensar.

Talvez seja uma TPM, talvez seja realmente uma nuvem preta que parou na minha cabeça e não quer sair mais.

Nunca fui do tipo deixa a vida me levar, sempre fiz as coisas pensando no amanhã que vai chegar, mas fazer o que se não deu muito certo?? Talvez eu não saiba mesmo nada da vida... Tá na hora de levantar e enfrentar de cara isso. E quem disse que consigo?!

Cansada de problemas, cansada de fins, cansada de ser decepcionada, cansada de ser enganada, simplesmente cansada. Sei que ficar vendo as coisas passarem não irá resolver. Sei que as latas de leite condensado não irão solucionar e muito menos amenizar tudo isso. E sei mais ainda que ficar parada vendo o tempo passar não vai resolver nada, mas de onde tirar essa tal força?!

Fico procurando a moça forte que existe dentro de mim. A moça forte sumiu. Talvez ela esteja cansada de ser forte. Talvez ela precise de um colo, um abraço e todos os afetos do mundo. Talvez ela precise de pessoas que a compreendam. Sei que ficar reclamando aqui não vai mudar nada. Sei também que o jeito é ir atrás de solução. Isso é apenas um texto de reclamação e desabafo, e na verdade estou criando coragem para deixar registrado aqui tudo que aconteceu, os motivos que tive, e o que me levou a romper minha vida de casada, para que meus filhos entendam, em um futuro ainda não muito próximo a respeito das minhas decisões e não me culpem pelo ocorrido.

Sei que é impossível vocês não terem traumas, ou sofrerem algo de psicológico por causa de tudo isso, mas tudo que fiz foi para o bem de vocês, pensando em vocês.

Vou me organizar, correr atrás dos prejuízos, enfim, darei meus pulos, meus jeitos de arrumar essa bagunça toda. É sempre assim: primeiro escrever, depois executar e tudo vai melhorar.


Mas de tudo que sei o que mais me importa é: amo vocês e vou fazer de tudo para que vocês sejam bem felizes em todo tempo, nem que para isso eu tenha que esquecer de mim...









quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

:(

me sinto triste, sozinha, desesperada, sem amigos p conversar...
triste, triste e triste
queria chorar litros...

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

T amo Deus

SÓ DEUS MSM PARA ME MANDAR UMA PALAVRA DESSAS EM UM DIA COMO HOJE...

Então apregoei ali um jejum junto ao rio Aava, para nos humilharmos diante da face de nosso Deus, para lhe pedirmos caminho seguro para nós, para nossos filhos e para todos os nossos bens. Esdras 8:21
E disse-lhes: Quando vos mandei sem bolsa, alforje, ou alparcas, faltou-vos porventura alguma coisa? Eles responderam: Nada.Lucas 22:35

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Completa confusão...

A verdade é que nem queria colocar aqui, na net, meus sentimentos, mas estou profundamente angustiada, não tenho com quem conversar, (não quero te encher o saco com meus problemas de sempre), alguém que me falasse sinceramente a verdade e ao mesmo tempo gostaria de escutar que não estou errada, como minha mãe sempre fala, queria alguém totalmente aquém de minha vida, tipo um psicólogo, um terapeuta, etc... 
queria falar que estou cansada de lutar com Eva, cansei msmo, hoje assistindo um programa vi que a mulher passa muito tempo lutando com um problema, insistindo para aquilo mudar, quando para o homem esse problema nem existe; daí quando a mulher decide dar um basta, é pq a coisa ta feia e nem tem mais remédio. MEU CASO...
A muito tempo, foram exatos 5 anos de luta, já que tudo começou após o sim...
Já tentei de tudo, passei pela fase de chorar desesperada, a fase de não ligar mais com nada, a fase de brigar, gritar e resmungar, a fase de quase entrar em depressão, e hoje estou na pior de todas, (se tiver pior, to lascada), na fase em que não gosto mais dele, sinto nojo se me toca, sinto pena de tudo está assim...
Me entristece, sério mesmo, apesar dele não acreditar, como sempre (quem costuma mentir é ele), acha que faço por pirraça...
Alguém me ajudar por favor!!!!!, não sei o que fazer...
de um lado minha mãe fala q sou errada em agir assim com ele, somos uma só carne, mas o que faço para mudar em mim algo que ele mesmo criou, esse monstro triste... qual o botão que aperto?????
de outro lado, minha mente me diz contrário, não estou errada, o errado foi ele que me enganou quando renunciei paixões minhas na tentativa de viver aquela vida que ele me jurava proporcionar, meu sonho era casar, constituir família, ser uma casa abençoada por Deus, vivendo para anunciar as Boas Novas da Salvação aos perdidos, coisas essas que quando namorávamos compartilhávamos desses mesmos sonhos.
Como eu iria saber que vc estava mentindo?????? Como eu iria saber que vc se tornaria assim????
É muito difícil de   falar, muito mais de viver, mas hoje com nossos filhos vejo nossas diferenças ainda maiores, na criação, os exemplos que dá, os ensinamentos errados totalmente baseados no mundanismo.
Me envergonha eu ter q tirar meus filhos da sala pq gosta de ficar olhando bunda de mulher na televisão, me envergonha eu ter q sempre ficar vigiando eles pq não sei o que vc está fazendo na frente deles (se masturbar) e eles na curiosidade de criança perguntar o que é aquilo...
Em quase 5 anos de Ephram nunca o deixei sozinho, mas qdo deixo com vc, chego em casa e eles desesperados pq vc simplesmente saio e os deixou sozinhos... sem comentários, afinal, era pouco tempo, coisa rápida como vc falou, mas para criança q não tem noção de tempo, simplesmente vem o desespero do abandono, entenda!!!

Entender como, né??? com a foto q publicou hoje no face.... falou tuuuuuuuuuuuudo msmo sobre vc, coisa essa q após casarmos passei a conhecer vc quem realmente é, que verdadeiramente gosta, e  o q quer para seu futuro.

Enfim, mais um desabafo, não aguento mais.... (penso que nem vc, né??? minha única leitora)












sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Deus sempre está comigo!!!



Em meio ao meu desespero com a falta de dinheiro, E me tirando o juízo com as contas enorme, de como gastamos o dinheiro, como outras pessoas vivem bem melhor com bem menos dinheiro, blá blá blá blá...
aí, pedi a Deus em um minuto de oração que Ele me falasse através do site http://www.bibliaonline.com.br/, e a palavra foi:

Pois nunca deixará de haver pobre na terra; pelo que te ordeno, dizendo: Livremente abrirás a tua mão para o teu irmão, para o teu necessitado, e para o teu pobre na tua terra. Deuteronômio 15:11
E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave.Efésios 5:2

né isso??????